domingo, 12 de agosto de 2012

1ºColegial – Português Volume 3

15:48

GABARITO

Caderno do Aluno

Língua Portuguesa – 1a série – Volume 3

SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM 1

UMA CONVERSA CONTROLADA COM O OUTRO

Para começo de conversa

Página 3

A discussão deve destacar que até mesmo informalmente devemos pensar antes de

falar.

Páginas 3 - 4

2.

a) A capacidade de previsão.

b) Para pedir uma sugestão, pois precisava de conselhos ou de perdão para um

determinado comportamento. Há muitas possibilidades de resposta.

c) A personagem considera a penitência pior do que esperava.

d) Por meio do rabisco ao lado de sua cabeça no desenho.

Discussão oral

Página 4

Relacionar os gêneros às atividades sociais, sendo o mais variado possível. Exemplo:

entrevistas médicas, de emprego, jornalísticas etc.

1

GABARITO

Caderno do Aluno

Língua Portuguesa – 1a série – Volume 3

Páginas 4 - 5

2.

a) O trecho “Autora fala em Frankfurt” sugere uma possível entrevista. Contudo,

professor, neste momento, podem-se respeitar outras respostas, tais como o anúncio

de uma palestra ou uma resenha.

b) Sobre Lygia Fagundes Telles e uma obra infantil que tem um gato como

protagonista. (Professor, recapitule o conceito de “protagonista” com seus alunos.)

Observe que, neste momento, o aluno não dispõe de mais elementos para sua análise.

c) O título dirige nossas expectativas para jornais e revistas que publiquem o gênero

“entrevista” na seção de literatura.

d) Provavelmente o veículo de comunicação o enviou para lá a fim de fazer a cobertura

da Feira de Frankfurt.

Página 5

a) Lygia de Azevedo Fagundes Telles nasceu em São Paulo em19 de abril de 1923.

b) Cursou o ginásio do Instituto de Educação Caetano de Campos, tendo sido aluna do

professor Silveira Bueno, de quem recebeu os primeiros incentivos para a carreira

literária. Formou-se na Escola Superior de Educação Física e, a seguir, ingressou na

Faculdade de Direito de São Paulo. Ali participou ativamente da vida literária

universitária, integrando a comissão de redação das revistas Arcádia e XI de Agosto.

c) Ela é escritora. Em 1982 a escritora foi eleita para a cadeira 28 da Academia Paulista

de Letras e, em 1985, por 32 votos a 7, eleita para ocupar a cadeira 16 da Academia

Brasileira de Letras, fundada por Machado de Assis, na vaga deixada por Pedro

Calmon. Ainda em 1985 foi agraciada com a medalha da Ordem do Rio Branco.

d) As Meninas, Antes do Baile, Invenção e Memória.

e) Estilo sensível e elegante, com “ecos” de Machado de Assis. Apresenta sensibilidade

particular para perceber, na vida de protagonistas comuns e nas próprias memórias,

densas revelações subjetivas.

2

GABARITO

Caderno do Aluno

Língua Portuguesa – 1a série – Volume 3

Observação: As respostas devem aparecer em um único texto e não precisam conter

necessariamente todas essas informações. Trata-se apenas de um modelo.

Página 6

2.

a) A relação se estabelece claramente entre o subtítulo que menciona a primeira obra

infantil da autora e a menção a essa mesma obra no segundo parágrafo.

b) Ela gostou do desenho de um gato em uma sacola da farmácia e quis transformá-lo

em personagem.

Discussão oral

Página 7

É importante, nesta atividade, valorizar o processo criativo do aluno.

Páginas 7 - 8

2.

I

(c).

II

(a).

III (e).

IV (d).

(b).

V

VI (g).

VII (f).

3

GABARITO

Caderno do Aluno

Língua Portuguesa – 1a série – Volume 3

Página 8

1. Esta lista de características da entrevista está no Caderno do Professor, na Atividade

5.

2.

(a) e (b). Resposta pessoal, mas aqui está uma sugestão de resposta: seriedade do

veículo, da pessoa que fornece as informações, confiabilidade da fonte.

Atividade Complementar

Página 10

II. A: Afirmar algo. Relação de complementaridade na pergunta “A senhora ainda tem a

sacola?” e na resposta “Claro”.

III. E: Informar e/ou identificar: “Como vai chamar esse livro?” relaciona-se em

complementaridade com os trechos “Eu, o Gato” e em repetição com “Os livros são

questão de sorte”.

IV. D: Modo. A pergunta do jornalista se relaciona em complementaridade com a

resposta: “Comecei a escrever quando criança, antes de saber escrever. Comecei

contando histórias”.

V. B: A pergunta feita pelo jornalista se relaciona com a resposta da escritora em

identificar e informar sobre o nome do gato.

VI. G: Causalidade, ou seja, as causas e consequências de o gato ser arteiro.

VII. F: As relações neste caso são: negar algo com relação ao gato do livro Alice no

País das Maravilhas e informar as diferenças entre ele e o gato do livro da escritora.

Discussão oral

Página 10

Destaque aspectos ligados à informação, mas também à promoção de projetos e

pessoas e, até, ao jogo de influências que podem manipular opiniões.

4

GABARITO

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Língua Portuguesa – 1a série – Volume 3

Estudo da língua

Páginas 11 – 12

1. O aluno deve apontar como semelhanças a interlocução entre entrevistador e

entrevistado, o ritmo de conversa, o objetivo de colher informações de alguém de

importância, a organização da estrutura, apresentação dos nomes do entrevistador e

entrevistado antes das falas de cada um.

2. Alternativa d.

Página 11 - 12

3. Como chamará o livro?

Página 12

Neste exercício, é preciso verificar se os alunos compreenderam o conceito de

perífrase e se conseguem usá-lo corretamente nas atividades.

A conjugação verbal

Páginas 12 - 14

1.

Eu

Tu

Ele (ou você)

Nós

Vós

Futuro do presente do indicativo

amarei

amarás

amará

amaremos

amareis

amarão

beberei

beberás

beberá

beberemos

bebereis

beberão

partirei

partirás

partirá

partiremos

partireis

partirão

Eles (ou vocês)

5

GABARITO

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Língua Portuguesa – 1a série – Volume 3

Eu

Tu

Ele (ou você)

Nós

Vós

Futuro do pretérito do indicativo

amaria

amarias

amaria

amaríamos

amaríeis

amariam

beberia

beberias

beberia

beberíamos

beberíeis

beberiam

partiria

partirias

partiria

partiríamos

partiríeis

partiriam

Eles (ou vocês)

Futuro do subjuntivo

Eu

Tu

Ele (ou você)

Nós

Vós

amar

amares

amar

amarmos

amardes

amarem

beber

beberes

beber

bebermos

beberdes

beberem

partir

partires

partir

partirmos

partirdes

partirem

Eles (ou vocês)

2. Resposta pessoal. Siga as orientações do Caderno do Professor (página 18) para a

correção coerente deste exercício e dê exemplos corretos.

3.

I. “Conversará” (futuro simples do indicativo) indica uma certeza de algo que

ocorrerá no futuro.

II. “Conversaria” (futuro do pretérito do indicativo) indica um acontecimento não

realizado no futuro, embora desejado.

III. “Conversar” (futuro do subjuntivo) indica um desejo de que essa conversa se

realize.

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GABARITO

Caderno do Aluno

Língua Portuguesa – 1a série – Volume 3

Página 14

1. Sugestões de resposta:

“Vou usar a ilustração dela na capa do livro”

Usarei...

“Pensei: essa vai ser minha primeira história infantojuvenil”

Será...

Como há formas adequadas para diferentes gêneros, veja se o aluno conseguiu

estabelecer essa relação.

2. Verifique a coerência da produção com o gênero “resumo” e o emprego da norma-

padrão da língua.

A entrevista

Páginas 14 - 15

Siga, atentamente, todas as etapas propostas para a produção textual. Consulte,

também, o Caderno do Professor.

Página 15

Professor, observe que a síntese realizada nos cartazes corresponda às ideias centrais

veiculadas nesta Situação de Aprendizagem. Complete a atividade, reexplicando pontos

em que ficarem claras as dificuldades do aluno.

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GABARITO

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SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM 2

LITERATURA E O VOO DAS PALAVRAS

Discussão oral

Páginas 15 - 17

Promova um turbilhão de opiniões, destacando que uma mesma ideia pode ser

desenvolvida de muitas maneiras (por escrito, pintura, escultura etc.) e que essas

diferentes maneiras vão produzir diferenças de significado.

1.

a) Dois pássaros, um dentro da gaiola, outro fora. A gaiola está aberta. Os pássaros

encontram-se ali, provavelmente porque assim o desejam.

b) Como uma gaiola-corpo humano, ou seja, uma mistura entre gaiola e corpo

humano.

c) O homem sentado parece nos olhar, como que esperando algo ou alguém. Uma

bolsa ou mala em uma de suas mãos e um cajado na outra sugerem uma possível

viagem ou caminhada. Embora não tenha rosto, o homem apresenta-se desnudando a

sua interioridade, usualmente coberta.

d) Sugestão de interpretação: o terapeuta pode ser aquele que conseguiu caminhar

pelo mundo o suficiente para não temer abrir-se diante dos outros? Mostrar seus

pássaros (tradicional símbolo de sonhos, sentimentos, ideais) usualmente presos?

Mostrar-se é auxiliar o outro a fazer a sua terapia?

e) Resposta pessoal, mas observe, no entanto, algumas considerações presentes no

Caderno do Professor. Observe também que se trata de dois pássaros, um dentro da

gaiola, outro fora. A gaiola está aberta. Os pássaros encontram-se ali, provavelmente

porque assim o desejam. Uma capa vermelha cobria a gaiola-corpo humano. Agora,

essa capa está se abrindo e permitindo a passagem de luz. O homem sentado parece

nos olhar, como que esperando algo ou alguém. Uma bolsa ou mala em uma de suas

mãos e um cajado na outra sugerem uma possível viagem ou caminhada. Embora não

tenha rosto, o homem apresenta-se desnudado em sua interioridade, usualmente

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GABARITO

Caderno do Aluno

Língua Portuguesa – 1a série – Volume 3

coberta. Estará aí a chave para a compreensão do título e da própria complexidade

humana? O terapeuta seria aquele que conseguiu caminhar pelo mundo o suficiente

para não temer abrir-se diante dos outros e mostrar seus pássaros (tradicional

símbolo de sonhos, sentimentos, ideais), usualmente presos? Mostrar-se é auxiliar o

outro a fazer a própria terapia?

Páginas 17 - 20

1. Aceite as hipóteses dos alunos, mas dê destaque àquelas que associam o conto às

narrativas e à literatura.

2.

Enlouqueceu

(1)

Levantando

(2)

Perguntaram

(3)

Caçoava

(4)

(5)

Introduzia

(6)

Peguei

Mascava

(7)

Estava

(8)

Cresceu

(9)

(10) Queixava-se

(11) Costumava

(12) Pudesse

(13) Deixavam

(14) Punha-se

(15) Quis

(16) Fosse

(17) Gostava

(18) Esqueceu

(19) Sentou-se

(20) Tinha

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GABARITO

Caderno do Aluno

Língua Portuguesa – 1a série – Volume 3

Página 20

1. Alternativa a.

2. Alternativa c.

A história, o passarinho e o teatro

Páginas 21 - 22

O resumo é pessoal, mas deve obedecer as características do gênero. No Caderno do

Professor é fornecido um resumo do conto (quadro “Para você, professor!”, da

Atividade 3, página 24).

1. O conto História de passarinho aborda os sentimentos de solidão e falta de liberdade

de um homem em relação à sua família.

2. Destaque as diversas formas de estar preso e os diferentes desejos de liberdade. Os

dois se assemelhavam no sentimento de prisão e no desejo de estarem livres.

3. “Você não sabe nada mesmo, Pai, nem marca de carro, nem marca de cigarro, nem

marca de passarinho, você não sabe nada.”

4. “(...) porque em negra hora se casara com um homem que não prestava para nada.

Não sei mesmo onde estava com a cabeça quando me casei com você, Velho.” (Há

outras passagens no texto.)

5. Resposta pessoal. Analise a argumentação utilizada pelos alunos e o modo como ela

é apresentada. Algumas perguntas a considerar: a argumentação é consistente e

baseada no texto ou em opiniões extremamente pessoais? A argumentação é

coerente? Ela respeita os pontos de vista divergentes? A exposição oral dos

argumentos é clara e compreensiva?

6. Para este exercício, confira as indicações dadas no Caderno do Professor, no

segundo parágrafo da Atividade 5, página 25.

Verifique também se os alunos têm um domínio mínimo do gênero “peça teatral”. Se

for o caso, oriente-os antes, para que iniciem a elaboração da peça de forma mais

adequada.

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GABARITO

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Língua Portuguesa – 1a série – Volume 3

Página 22

Como resultado da pesquisa, o aluno deve elaborar um pequeno texto sobre o

movimento literário do qual o poeta fez parte e sua importância.

Páginas 22 - 23

O conto trata da procura da mente humana pelos momentos especiais da vida. Lygia

mostra um olhar sensível à solidão e ao desencanto humano. O poema faz um apelo à

sensibilidade do leitor, posicionando-se contra a prisão dos pássaros. Veja mais sobre

intertextualidade nas páginas 25 e 26 do Caderno do Professor. Você pode, também,

estabelecer outras relações de intertextualidade que julgar convenientes.

Página 24

Nesta questão, é preciso avaliar a originalidade e coerência do texto, bem como o uso

da norma-padrão da língua portuguesa.

Página 24

Siga as orientações dadas no Caderno do Professor e recapitule, com seus alunos,

conteúdos que ainda não foram devidamente compreendidos.

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GABARITO

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Língua Portuguesa – 1a série – Volume 3

SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM 3

INSTALAÇÃO POÉTICA

Páginas 25 - 27

2. A letra da música apropria-se de elementos sonoros para traduzir o balanço e a

sensualidade da morena de Angola, ou seja, estabelece relação entre sons e sentidos.

Veja as páginas 26 e 27 do Caderno do Professor.

3. Sugestão de resposta: cozinhando.

4. Alternativa b.

5.

a) Os sons em “mexe” e “chocalho” reforçam a sugestão do som do chocalho sendo

mexido pela bela morena de Angola.

b) Há vários exemplos nos quais o som do “x” é predominante.

Sons e sentidos poéticos

Páginas 27 - 28

1. A oclusiva surda “p”, bem como o contraste entre as vogais “i” e “o” terminadas pela

oclusiva sonora “g”, reforça o bater da bola tanto na raquete como na mesa, próprio

do pingue-pongue.

2. O barulho do ratinho roendo a roupa e da rainha rasgando o resto.

O nível fonético do poema

Página 28

• Alternativa a.

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GABARITO

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Página 29

1.

a) São fenômenos da linguagem que consistem em repetir fonemas idênticos ou

parecidos (consoantes ou vogais) em uma frase ou verso, especialmente nas sílabas

tônicas.

b) Trata-se da repetição de vogais na mesma frase ou verso.

c) Rimas são aproximações entre sons idênticos dentro de um poema. Usualmente,

é formada pela constante repetição da última vogal tônica do verso e dos fonemas

que eventualmente a seguem.

O nível morfossintático de um poema

Página 29

1. A maioria das pessoas tende a escolher a frase II. O verbo “verdejar”, intransitivo,

apresenta uma maior força expressiva do que a construção verbo de ligação mais

predicativo do sujeito, “ficaram verdes”.

2. O adjetivo (melancólico) caracteriza a emoção do ser de que se fala (o menino), que

funciona como núcleo do sujeito. O substantivo abstrato (melancolia) põe em

evidência o sentimento, dando-lhe maior destaque. Apresenta-o quase como separado

do ser que vive esse sentimento.

O nível semântico-figurativo do poema

Páginas 29 - 30

1.

DEFINIÇÃO:

(d) Relaciona planos sensoriais diferentes, tais como olfato com paladar ou o olfato

com a audição.

(b) A aproximação de palavras em que um termo substitui outro em vista de uma

relação de semelhança entre os elementos designados por esses termos.

(a) A aproximação de palavras ou ideias com significados opostos.

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GABARITO

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(c) Emprego de um termo por outro, uma vez que se verifica a possibilidade de

associação entre eles.

EXEMPLO:

(b) Ela tem o mais lindo sorriso de luz que eu já vi.

(c) Ouvi Jota Quest enquanto vinha para a escola.

(d) Nos seus cabelos negros eu respiro o odor suave da escuridão.

(a) “Quem tudo quer nada tem.”

2. Nesse verso o amor é comparado ao fogo: algo devorador, que consome ao mesmo

tempo que aquece. O eu lírico vai além e nos diz que não se trata de uma espécie

qualquer de amor, mas daquele que arde sem se ver. Aqui o leitor encontra uma

antítese: todo fogo que arde é visível, mas o amor, indo contra toda a lógica, arde e

não se vê. É chamada de oximoro a figura de linguagem que harmoniza dois

conceitos opostos em uma única expressão.

Páginas 30 - 31

1. Há diversas possibilidades de resposta, mas o aluno deve dar um exemplo de antítese.

2. Há diversas possibilidades de resposta, mas o aluno deve dar um exemplo de

sinestesia. Observe que o verbo “avistar” apela para a nossa visão; já o termo “o

grito”, para a nossa audição.

Fazendo arte: do poema à instalação

Páginas 31 - 33

1. Nesta atividade, você pode discutir com a classe até chegar a um consenso sobre o

que é arte. Feito isso, os grupos poderão criar o nome para a instalação.

3. Alternativa d.

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GABARITO

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Páginas 33 - 34

Chamamos de instalação a forma de expressão artística de ocupar um espaço para

produzir efeitos sensoriais no público.

Mas isto é arte? Do poema à instalação

Páginas 34 - 41

2. Esse quadro funciona como um projeto de texto.

3. Alternativa d.

4, 5 e 6. Essas diferentes etapas devem assegurar que a atividade se transforme em um

evento de letramento.

Página 41

Resposta pessoal. No entanto, aos alunos cabe explicar, com suas palavras, que

muitos textos literários exigem mais de uma leitura e reflexão para serem interpretados,

de acordo com o significado artístico pretendido pelo autor. Incentive-os a dar exemplos

de suas experiências pessoais.

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GABARITO

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SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM 4

AS VOZES DO OUTRO E A NOSSA NA RESENHA

Páginas 42 - 43

2.

a) Marcia Castro.

b) Teatro Crowne Plaza, terça-feira, 21 horas.

c) Muito positivo, o enunciador recomenda o show.

d) Qualquer um dos trechos a seguir:

“(...) álbum de estreia, Pecadinho (...) Tom Zé, um de seus ídolos e coautor, com

Tuzé de Abreu, do Frevo (Pecadinho), que abre o CD e encerra o show em cartaz no

Teatro Crowne Plaza. (...) No show de estreia, entre goles de água e de outra bebida

que o copo de plástico branco ocultava, a cantora baiana foi subindo a temperatura a

cada música, até que quando chegou na hilária Vergonha (Luciano Salvador Bahia),

não se sabia se ela estava fazendo tipo, com a voz empastada, por causa do

personagem bebum da canção, ou se realmente estava “em águas”, como se diz na

Bahia. (...) Os músicos que a acompanham no palco – guitarra, teclado, bateria,

trompete e baixo – não são os mesmos do CD”.

e) Qualquer um dos trechos a seguir:

“(...) se faz de porta-voz da irreverência. (...) No palco, ela aplica seu aprendizado em

teatro musical, como se atuasse em esquetes cômicos de cabaré. Tem algo da ironia

de Cida Moreira e do deboche de Silvia Machete, mas é como se aspirasse também a

integrar a galeria de Aracy de Almeida, Maria Alcina e Cássia Eller, com estágio em

Angela Ro Ro, mas sem rancor. (...) As canções, mesmo as mais sérias (...) não

escapam da flecha do ceticismo. Quando escancara no humor, (...) é pândega. Como

Tom Zé, ela compensa certas insuficiências vocais buscando soluções no canto

falado, na interpretação vigorosa. O efeito de seus “pecadinhos” é imediato: mesmo

com repertório praticamente desconhecido, ganha a plateia em cada canção, bulindo

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GABARITO

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Língua Portuguesa – 1a série – Volume 3

com a inteligência e a sexualidade, evidenciando cada letra esperta.(...) É uma

prazerosa combinação de diversão, arte e ousadia, que anda fazendo falta por aí”.

A finalidade do texto no cotidiano da sociedade: possibilitar que os leitores

f)

tenham uma clara ideia do show, bem como uma opinião do crítico.

4. Alternativa a.

Página 44

Parágrafo 1. Trata-se de uma síntese que expressa a opinião do resenhista sobre um

fato cultural: um livro, um filme, um jogo de futebol, uma peça de teatro, uma

exposição, uma novela, um show, um conto etc. O objetivo da resenha é orientar o

leitor pela enorme quantidade de produção cultural, que a cada dia aumenta e, por

vezes, confunde. A opinião apresentada, devidamente argumentada, pode ser

favorável ou não ao fato cultural analisado.

Parágrafo 2. Embora seja um resumo, a resenha deve ir direto ao ponto, concentrando-

se em provar, dentro do texto resenhado, a opinião do resenhista. Isso resulta em uma

mistura, no corpo do texto, entre alguns momentos de pura descrição com outros em

que se faz uma crítica fundamentada. Não podemos nos esquecer de que a resenha é

um texto argumentativo, ou seja, deve ter um ponto de vista. O objetivo é equilibrar

resumo e opinião pessoal sem que o texto perca sua qualidade.

Parágrafo 3. Durante a escrita de uma resenha – ou de qualquer texto cujo objetivo seja

convencer o outro – devem-se evitar expressões tais como “eu acho” e “não gostei”,

bem como gírias. Além disso, em uma resenha, devem aparecer o título, a referência

da obra resenhada e o resumo ou síntese do conteúdo atravessado pela avaliação

crítica.

Projeto de resenha crítica

Páginas 44 – 45

É muito importante que esta atividade de elaboração do projeto de texto, não do texto

em si, seja devidamente realizada.

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GABARITO

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Página 45

Com o projeto feito em classe, a produção do texto pode ser feita em casa. Peça que

seus alunos entreguem o texto produzido junto com o projeto de texto.

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