domingo, 12 de agosto de 2012

1º Colegial – Sociologia Volume 3

15:50

GABARITO

Caderno do Aluno

Sociologia – 1a série – Volume 3

SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM 1

O CARÁTER CULTURALMENTE CONSTRUÍDO DA
HUMANIDADE

Páginas 4 - 6

O aluno deve ter a liberdade de escrever o que ele acha que cada cor usualmente

simboliza.

Página 7

1. Não há uma natureza humana igual para todos os seres humanos, para além da

constatação de que todos nós temos a capacidade de sermos diferentes entre nós. O

que todos nós temos em comum é a capacidade de nos diferenciarmos uns dos outros

e de vivermos essa experiência, que é a de ser humano da forma mais variada

possível, por meio da imersão nas mais diferentes culturas. Logo, o que nos liga são

as nossas diferenças; e elas são dadas pela cultura. Portanto, quase nada é natural no

ser humano.

2. O que nos diferencia dos animais e nos torna humanos é o fato de que temos cultura

e os animais não têm. Ou seja, muitos deles se organizam em grupos para viver, mas

isso não os diferencia de nós, seres humanos. Não há ser humano que possa existir

sem estar imerso numa determinada cultura. Somos todos seres culturais. Portanto, o

que une e o que diferencia os homens entre si é o fato de que somos seres culturais.

Isso nos une, pois não há homem que não participe de uma cultura, e nos separa, pois

as culturas são diferentes entre si.

Páginas 7 - 8

a) O aluno deve pesquisar e mostrar exemplos de roupas e adereços que podem

diferenciar os povos entre si.

b) O aluno deve pesquisar e mostrar exemplos de hábitos diferentes daqueles praticados

por sua cultura.

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Sociologia – 1a série – Volume 3

Etapa 2 – Etnocentrismo e o relativismo cultural

Páginas 8 - 9

1.

a) (I) O aluno deve ter liberdade para escrever o que acha, e provavelmente dirá

que a roupa é “bárbara”, pois é moderna ou bonita

b) (II) O aluno deve ter liberdade para escrever o que acha, e provavelmente dirá

que o homem é “bárbaro”, porque é ruim ou mau.

2. O aluno deve mostrar que compreendeu o sentido negativo do termo “bárbaro”

empregado por Montaigne, pois ali bárbaro é sinônimo de horrível, ruim ou não

civilizado.

Páginas 9 - 11

1.

a) Etnocentrismo é a postura segundo a qual você avalia os outros povos a partir de

sua própria cultura.

b) Relativismo cultural é a postura segundo a qual a pessoa procura relativizar sua

maneira de agir, pensar e sentir e, assim, colocar-se no lugar do outro. “Relativizar”

significa que a pessoa estabelece uma espécie de afastamento, distanciamento ou

estranhamento diante de seus valores, para conseguir compreender a lógica dos

valores do outro.

2. Deixar o etnocentrismo e adotar uma postura relativista não é fácil, pois poucas são

as pessoas que estão dispostas a questionar ou ao menos colocar de lado sua maneira

de agir, pensar e sentir. Uma das razões mais importantes para termos uma postura

etnocêntrica está ligada ao medo. Medo do outro e, acima de tudo, medo de nós

mesmos. Ou seja, a maioria das pessoas tem medo de aceitar outros hábitos e

costumes, pois isso muitas vezes pode levá-las a questionar os próprios hábitos e

costumes e muitos têm medo de fazer esse questionamento.

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Página 11

O aluno deve mostrar capacidade de reflexão sobre o que lhe dá medo, baseando-se

na discussão sobre as diferenças culturais e como isso pode vir a interferir no

relacionamento com os outros.

Páginas 12 - 14

a) O que ele quis dizer é que é muito difícil para alguém de uma cultura fazer

avaliação de alguém de outra cultura. Pois, como a minha cultura é como um trem,

muitas vezes eu não consigo enxergar e compreender o que se passa nos outros trens

(nas outras culturas). Isso ocorre porque as diferentes culturas não têm todas elas as

mesmas preocupações nem os mesmos objetivos. É mais fácil entender a cultura que

mais se parece com a nossa, ou seja, aquela que anda de forma paralela à nossa,

partilhando os mesmos interesses e a mesma direção. Mas, como as culturas são

diferentes, muitas vezes não conseguimos compreender uma delas. Isso não ocorre

porque ela está parada, ou errada, e, sim, porque a direção que ela toma muitas vezes

não faz sentido segundo a nossa lógica de raciocínio.

b) O cavalo no jogo de xadrez anda em L. Logo, se as culturas andam em L ou aos

saltos, como ele anda, elas não andam todas em linha reta nem seguem todas a

mesma direção. Cada uma segue um sentido e uma linha de raciocínio que é própria.

É equivocado achar que é errada e pouco evoluída a cultura que segue uma direção

diferente da minha, como se todas devessem seguir a mesma direção, como se todas

devessem andar da mesma forma. Cada cultura tem seus interesses próprios e, assim,

um ritmo, velocidade e direção de desenvolvimento que são seus. Não andam, ou se

desenvolvem, em linha reta.

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Página 14

Como se trata da redação de texto dissertativo, verifique se o aluno conseguiu

construir argumentos consistentes, estabelecendo a relação entre o medo, o

etnocentrismo e o relativismo com as imagens de Lévi-Strauss das culturas como trens e

o movimento delas em L, ou em saltos, como o cavalo no jogo de xadrez.

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SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM 2

POR QUE SOMOS DIFERENTES?

Páginas 15 - 16

1. O determinismo geográfico pode ser definido como a postura segundo a qual se

acredita que as diferenças de ambiente físico condicionam totalmente a diversidade

cultural. Ou seja, segundo essa postura, os homens são diferentes, pois habitam áreas

geográficas diferentes: umas mais frias, outras mais quentes, umas mais próximas ao

mar, outras altas etc. Para eles, o meio físico condiciona totalmente o comportamento

do homem.

2. O aluno deve mostrar capacidade em dar exemplos diferentes daqueles dados no

texto.

Páginas 16 - 18

1. Toda cultura age seletivamente em relação ao meio físico em que ela se desenvolve

e, por isso, existem elementos culturais que, apesar de aceitos, não estão de acordo

com o meio geográfico, da mesma forma que existem elementos presentes no meio

físico e que não são incorporados por determinada cultura.

2. Um exemplo citado no texto é o do uso do terno e gravata no Brasil. Essa roupa é

adequada aos países de clima temperado, mas totalmente inadequada, na maior parte

do ano, para o clima do nosso país. Mesmo assim, os homens, seja por razões de

trabalho, seja porque têm um evento social para comparecer, muitas vezes usam o

terno e gravata. Ela é o exemplo de uma roupa mais formal. Usá-la propicia certo

status social para quem a veste, pois não é uma roupa barata.

Se o meio físico influenciasse totalmente as culturas, como querem acreditar os

adeptos do determinismo geográfico, os homens usariam roupas adequadas ao nosso

clima.

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3. O aluno deve mostrar capacidade de dar exemplos diferentes daqueles dados no

texto.

Páginas 18 - 21

1. O determinismo biológico é a postura que acredita que as diferenças genéticas

determinam as diferenças culturais. A partir desse tipo de raciocínio, uma série de

estereótipos pode ser criada: como a ideia de que os judeus e árabes nascem para

negociar; que os alemães são bons de cálculo; que os norte-americanos são todos

empreendedores etc. E a justificativa é a de que isso estaria no seu sangue, ou seja,

na carga genética de alguém. Mas isso é um grande engano, por várias razões. A

primeira razão é dada pelos avanços dos estudos genéticos que mostraram que os

seres humanos são muito parecidos e muito diferentes entre si, do ponto de vista

genético. Em termos da porcentagem total de material genético, a variação entre dois

seres humanos é inferior a 1%. Entretanto, ao observarmos os números, será possível

verificar que há milhões de diferenças no código genético entre dois indivíduos

escolhidos ao acaso. Ou seja, apesar de sermos muito parecidos em termos relativos

(uma diferença menor do que 1%), em termos absolutos, isto é, considerando o

número de diferenças genéticas, somos muito diferentes (milhões de diferenças entre

dois indivíduos). Em outras palavras, esses milhões de diferenças genéticas

representam menos de 1% do total do código genético, não importando a origem

geográfica ou étnica dos indivíduos.

2. Um bom exemplo é o da criança criada por pais adotivos. Pois ela pensará e agirá de

acordo com o padrão cultural dos pais adotivos, e não com o que era partilhado pelos

pais biológicos. Se o determinismo biológico existisse, ela agiria e pensaria como

estes. Mas nossos hábitos e costumes não são dados pela nossa carga genética e, sim,

pelo processo de aprendizado pelo qual passamos.

3. O aluno deve mostrar capacidade de dar exemplos diferentes daqueles dados no

texto.

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Página 21

O objetivo desta lição de casa é o de discutir como o engraçado também não é

natural, mas sim culturalmente constituído.

Página 21

A resposta dessa questão se encontra nos textos e em questões anteriores que

trataram desse tema.

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SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM 3

COMO O HOMEM SE TORNOU HOMEM?

Páginas 22 - 23

O aluno deve expressar livremente a sua interpretação em relação ao que o texto

passa, mas o importante é que ele disserte a respeito do fato de que toda cultura,

apesar de única, é fruto de vários cruzamentos e influência de outras culturas.

Etapa 1 – A palavra cultura e a ideia de cultura

Página 24

1. O aluno terá liberdade para dar a resposta segundo o que ele acha.

2.

Cultura pode significar um
conhecimento diferenciado.

Cultura pode ser compreendida
como o cultivo de algo.

No senso comum, muitas vezes

associamos o termo cultura a uma série de

conhecimentos que diferenciam as

pessoas. E por isso é comum dizer:

“Fulano tem cultura, ele leu muitos

livros”, ou “aquela é uma pessoa que não

tem cultura, pois não sabe nada”, “fulano

é culto”. Nesse sentido, cultura tem a ver

com uma espécie de saber que algumas

pessoas adquirem, e outras não.

Essa forma de entender a cultura está

ligada com a raiz da palavra cultura.

Essa outra concepção do termo cultura se

liga ainda mais a sua raiz. E é usada em

agricultura quando se quer falar a respeito

de uma plantação. Para se ter uma

plantação de algo é necessário fazer o

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GABARITO

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cultivo de determinada espécie.

O termo cultura também pode ser

Cultura pode ser entendida como as
manifestações artísticas de um povo. associado às manifestações artísticas de

um povo: “Teatro é cultura, cinema é

cultura”.

Seria aquilo que as pessoas aprendem

Cultura também pode ser entendida
como os hábitos e costumes de um como membros de uma sociedade. Ou
povo.
seja, as pessoas dizem: “Os alemães

comem salsicha, pois isso é uma

característica de sua cultura”.

3. Genericamente, cultura, tanto para a Antropologia como para a Sociologia, significa

tudo aquilo que o homem vivencia, realiza e transmite por meio da linguagem. Ou

seja, a cultura está relacionada com os conteúdos simbólicos da vida. Ou, como

alguns diriam, com os mecanismos de controle dos indivíduos em sociedade, isto é,

sistemas de símbolos entrelaçados e interligados que fornecem para os indivíduos um

modo de pensar, de agir e de sentir.

Páginas 25 - 26

Não há ser humano cujo comportamento não seja regido por meio de símbolos. Já o

comportamento dos animais é regido predominantemente por meio de sinais. Os

animais não são regidos por meio de símbolos, o que não quer dizer que não possam

transmitir mensagens. Mas elas são sempre as mesmas para a espécie, por isso são

sinais. Entre os homens, no entanto, as mensagens variam de grupo para grupo, pois

são compostas por símbolos socialmente estabelecidos que variam de sociedade para

sociedade.

Isso ocorre porque os sinais são organicamente programados, geneticamente

transmissíveis e intransformáveis. O sinal é organicamente programado, pois faz

parte da constituição biológica dos animais se comunicarem da forma com que se

comunicam. Já os nossos símbolos são socialmente programados. Um homem

separado de seus pais ao nascer não agirá como eles, mas, sim, como membro do

grupo que o criou.

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Etapa 2 – O homem, o instinto e a cultura

Páginas 26 - 27

1. Os alunos podem dar os exemplos que quiserem, desde que os mesmos mostrem que

não é porque um animal ou vegetal existe em partes diferentes do mundo ou de um

país que ele será consumido ou preparado da mesma forma.

2. Sim, o homem tem instinto. Mas o homem é resultado do meio social no qual foi

socializado. Se o homem fosse mesmo um ser levado predominantemente pelos seus

instintos, todos os homens, numa mesma situação, agiriam da mesma forma. Mas

não é isso o que acontece. O instinto é o mesmo em todos os lugares, mas não somos

regidos somente pelo instinto. À medida que cresce/envelhece, o homem é cada vez

menos conduzido pelos seus instintos, e cada vez mais influenciado pela cultura.

3. O aluno deve preencher o quadro abaixo com as explicações dadas em sala de aula

sobre o homem.

Só o homem produz cultura.

Só o homem acumula experiências e as
transmite de geração para geração,
formando uma herança cultural.

Só o homem renova e transforma seu
comportamento.

O que diferencia o homem dos outros animais

é o fato de que o homem é o único ser que

possui cultura.

Os primatas, como todos nós sabemos, são os

seres que mais se parecem com o homem.

Entretanto, ao contrário do homem, que

acumula experiências e as transmite para as

sucessivas gerações, os primatas não fazem

isso. Eles habitam as florestas e vivem sempre

da mesma forma. O homem, por exemplo, não

vive mais em cavernas. Nós vamos, ano a ano,

geração a geração, acumulando experiências e

saberes a respeito da natureza. Algo que não

acontece com os outros animais. Os animais

mudam o seu comportamento quando há uma

mudança no meio físico. Mas não porque

resolvem agir de forma diferente.

Ou seja, ao contrário dos outros animais, cujo

comportamento se modifica para se adaptar a

mudanças do meio físico, o homem está

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GABARITO

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O homem é guiado mais pela cultura do
que pelos seus instintos.

sempre renovando e transformando seu

comportamento, independentemente do meio

físico no qual habita. O meio físico pode

provocar certas mudanças no comportamento

dos seres humanos, mas isso não é algo que

determina a nossa maneira de agir. É o contato

com outros homens e culturas que provoca a

renovação e a transformação nos hábitos,

costumes, maneiras de pensar e de agir dos

seres humanos. O homem é capaz de partilhar

e transmitir a experiência. Ele vai acumulando

experiência, os outros animais não. Mas ele

não só a acumula. A partir da acumulação ele

vai transformando os comportamentos

anteriores.

Isso porque, à medida que o homem cresce,

vai sendo cada vez menos levado pelos seus

instintos e cada vez mais é orientado pela

cultura. É claro que o homem é um ser

biológico, que depende de uma série de

funções vitais: todos os homens comem,

dormem, bebem. Entretanto, a maneira de

satisfazer essas diferentes funções biológicas

varia de uma cultura para outra.

Os animais são movidos primordialmente por

O processo de evolução do homem
ocorre de forma diferente em relação ao seus instintos e são programados
dos outros animais.
geneticamente. Já com o homem a questão é

outra. O ser humano ao nascer depende

totalmente de outros seres humanos para viver

e dificilmente conseguirá viver afastado dos

homens. E, se um bebê nascido numa cultura é

adotado por um casal de outra cultura,

aprenderá a língua e os hábitos do outro grupo.

Ele não agirá e nem gostará do que seus pais

biológicos gostam, mas, sim, será influenciado

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Sociologia – 1a série – Volume 3

pelos seus pais adotivos. O homem, portanto, é

resultado do meio no qual foi socializado. Se o

homem fosse mesmo um ser guiado

predominantemente pelos seus instintos, todos

os homens numa mesma situação agiriam da

mesma forma, e não é isso o que acontece.

Páginas 27 - 28

O homem quando nasce é puro instinto, assim como os outros animais. Mas, ao

contrário dos outros animais, à medida que cresce o instinto passa a ter um papel

secundário na sua vida, pois aprende que para viver em sociedade é necessário contê-lo.

Dessa forma, as pessoas não defecam ou urinam quando querem. E mesmo quando

comem algo de que não gostam muitas vezes não cospem o alimento. Nesse sentido,

pode-se dizer que o ser humano, assim como os outros animais, também possui

instintos. Entretanto, conforme passa pelo processo de socialização seus instintos são

“abafados”, reprimidos pelo padrão cultural que ele internaliza.

Página 28

Os alunos podem dar dois exemplos que queiram, desde que os mesmos mostrem

formas de agir que vão contra os nossos instintos.

Etapa 3 – O homem e a cultura

Página 29

A resposta dessa questão encontra-se no Caderno do Professor, da página 36 a 38.

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Página 30

O aluno tem liberdade para escolher o exemplo, mas verifique se ele corresponde a

cada uma das características.

Páginas 31 - 32

1. Porque os animais agem sempre da mesma forma numa mesma situação, ao passo

que com o homem isso não ocorre. Como os homens passam por processos

diferentes de socialização, seu comportamento não é marcado pelos instintos, mas,

sim, por um padrão cultural internalizado que influencia o seu comportamento, a sua

maneira de agir, de pensar e de sentir.

2. O homem quando nasce é puro instinto, assim como os outros animais. Mas, ao

contrário dos outros animais, à medida que cresce, o instinto passa a ter um papel

secundário na sua vida, pois aprende que para viver em sociedade é necessário contê-

lo. Portanto, conforme passa pelo processo de socialização, seus instintos são

“abafados”, reprimidos pelo padrão cultural que ele internaliza. Mais importante do

que seus instintos para influenciar sua maneira de agir é o padrão cultural que ele

internaliza e que pauta o seu comportamento.

3. O aluno escolherá livremente as duas características da cultura, mas verifique a

adequação dos exemplos conforme o texto disponibilizado no Caderno do Professor.

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